Na Primeira noite eles se aproximam e colhem uma flor de nosso jardim e não dizemos nada. Na segunda noite já não se escondem: pisam as flores, matam nosso cão, e até que um dia o mais frágil deles entra sozinho em nossa casa, rouba-nos a lua conhecendo o nosso medo, arranca-nos a voz da garganta. E porque não dizemos nada, já não podemos dizer nada. (poeta russo Vladimir Maiakovski - Sec.XX)
23 maio 2006
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